Diabetes Weekend

Meu filho ficou diabético. E agora?

A maioria dos pais e das mães trocaria de lugar com seus filhos e passaria por eles o que fosse necessário diante de qualquer dificuldade ou diversidade. Não seria diferente no caso do diagnóstico do diabetes.
Surgem perguntas como: “Por que meu filho”? “Por que não é comigo”?

Digo-lhes: por que não o seu filho? E sim, é com você!

Claro que, se pudéssemos, evitaríamos as dores, os sofrimentos, os problemas das pessoas que amamos (e me incluo). Mas não podemos. Então devemos estar ao lado destas pessoas que amamos para ajudá-las a transcender o que for possível, aceitar o que não for e, principalmente, encontrar um caminho para fazê-lo.
É natural que o diagnóstico de algo “que não tem cura” e que traz uma série de limitações, fantasmas e tabus assusta muito. Para minimizar tudo isso é preciso buscar CONHECIMENTO.

Sabemos hoje que é possível viver – e viver muito bem – com o diabetes. É imprescindível buscar acompanhamento médico adequado, visitar regularmente os profissionais que estão aptos para dar suporte, cuidar da parte física e emocional para que o resultado traga muita satisfação e alegria.

A família, os amigos e as pessoas com as quais se pode contar tornam-se o ponto de apoio, mas não eximem de responsabilidade o próprio diabético que precisa adotar um novo “estilo de vida” que seja compatível com os novos desafios, criar novos hábitos, desenvolver a arte do cuidado e, acima de tudo, QUERER!

Dica da nossa psicóloga Maria Luíza Rocha de Andrade – Mestre em Educação


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Luciana Napoleão
luciana.napoleao@hotmail.com

Cássia Nascimento
cassianascimento.nutri@hotmail.com

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